Dezesseis anos é um tempo expressivo no varejo de joias, setor em que a confiança da cliente pesa tanto quanto o design das peças. É esse o marco apontado pelo portal Plural para a Bertilia Aparecida Mafra Comércio de Joias e Acessórios, empresa que atua há 16 anos no ramo de joalherias.
O material de origem destaca justamente a longevidade do negócio, e é por aí que a história ganha interesse. Joalherias de atuação contínua costumam construir carteira de clientes fiéis, formada por quem compra alianças, presentes de aniversário, peças para datas especiais e acessórios para o dia a dia. A relação costuma se estender por gerações da mesma família.
Como funciona o mercado de joias e acessórios
No Brasil, o comércio de joias abrange desde a joia em ouro e prata até os acessórios e as semijoias, que têm preço mais acessível e giro mais rápido. O ouro 18 quilates, o mais comum nas joalherias do país, contém 75% de ouro (750 milésimos) em sua composição, e a prata de lei é identificada pelo selo 925. Saber ler esses números é um bom primeiro passo na hora de comprar.
Quem pensa em investir numa peça deve olhar o conjunto: procedência, certificado ou nota fiscal, garantia e a reputação do estabelecimento. Nesse último quesito, anos de atividade contam muito. Uma loja que atravessa mais de uma década e meia de mudanças econômicas e de gosto mostra que soube manter o equilíbrio entre estoque, atendimento e preço.
Vale acompanhar como pequenas e médias joalherias se reinventam, com vendas online, atendimento por aplicativo de mensagens e coleções autorais. Esse movimento deve seguir moldando o setor nos próximos anos, e negócios com 16 anos de estrada têm bagagem para atravessá-lo.





