Um ano de operação é um marco importante para qualquer negócio de joias. A Levorski Comércio de Joias e Semijoias, que ganhou destaque no portal Plural com a retrospectiva “um ano no varejo”, entra agora na fase em que a loja deixa de ser novidade e passa a provar que sabe fidelizar clientes.
Joia e semijoia: onde está a diferença
Quem trabalha com os dois segmentos precisa deixar a distinção clara para a cliente. A joia é feita com metais nobres, como ouro e prata de lei, e costuma levar pedras naturais. O ouro 18 quilates, por exemplo, tem 75% de ouro em sua composição, o que equivale a 750 milésimos. A semijoia tem uma base metálica, geralmente latão, coberta por banho de ouro, ródio ou prata, e costuma ser combinada com zircônias, cristais e outras pedras sintéticas.
É justamente essa diferença que explica a faixa de preço de cada categoria. A semijoia permite renovar o visual e experimentar tendências com investimento menor. A joia fina, por sua vez, tem valor próprio e tende a atravessar gerações.
O que olhar antes de comprar
Em qualquer loja, vale pedir informações claras sobre a composição da peça e sobre a espessura do banho, no caso das semijoias, além de perguntar se há garantia contra desgaste. Nas joias, a procedência do metal e a gravação do teor, como o 750 do ouro 18k, ajudam a conferir o que está sendo vendido. Cuidados simples, como evitar perfume, cloro e suor em contato direto com as peças e guardá-las separadas, prolongam o brilho.
Para o varejo de bairro e de cidade média, atendimento próximo, curadoria de peças e transparência na explicação do produto pesam tanto quanto o preço. É nesse terreno que um primeiro aniversário costuma mostrar se uma marca veio para ficar, e é isso que acompanharemos nos próximos passos da Levorski.





