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Luxo

Brasil amplia em 42% as compras de relógios de luxo, com a Suíça na liderança

Importações brasileiras de relógios de luxo crescem 42%, e a Suíça segue como principal origem dos modelos que chegam ao país.

Redação Novidades e Joias
18 de outubro de 2026, 16h29 · 2 min de leitura
Brasil amplia em 42% as compras de relógios de luxo, com a Suíça na liderança
Foto: SplitShire / Pixabay

O mercado brasileiro de relógios de luxo registrou um avanço expressivo nas importações: segundo levantamento divulgado pelo portal bra1.com.br, o país comprou 42% a mais desses itens. Nesse cenário, a Suíça aparece na liderança entre os fornecedores.

A Suíça segue como referência

O primeiro lugar do país europeu não surpreende. A relojoaria suíça construiu, ao longo de décadas, uma reputação associada a precisão, tradição e valor de revenda, atributos que sustentam a posição de destaque entre colecionadores e consumidores de alto padrão em diversos mercados.

O resultado reforça a força de uma categoria que combina objeto funcional, símbolo de status e, para muitos compradores, ativo de longo prazo. Relógios de luxo ocupam um espaço particular no consumo: ficam entre a joalheria e o acessório de uso diário, e costumam ser passados de uma geração a outra.

O material de origem não detalha o período analisado, os valores movimentados nem a participação de outros países no ranking. Por isso, o dado central é o crescimento de 42% e a posição da Suíça no topo da lista de importações.

Para o setor de luxo, o número é um sinal de que o interesse por peças de alta relojoaria segue aquecido no Brasil. Resta acompanhar como marcas, importadores e varejistas vão responder a essa demanda, seja com novas coleções, seja com ampliação de pontos de venda e serviços de pós-venda.