Os punhos brancos dramáticos foram o grande detalhe do look de Amy Adams na noite de segunda-feira, em Nova York. A atriz, indicada ao Oscar, escolheu um vestido preto da Rosie Assoulin para a exibição de “Klara and the Sun” no Crosby Street Hotel, em mais um capítulo de sua sequência de visuais em preto e branco.
A peça pertence à coleção de prêt-à-porter primavera 2027 da estilista. O modelo midi tem decote ombro a ombro e mangas longas que terminam em punhos brancos de volume marcante. A modelagem é, em grande parte, ajustada ao corpo, o que cria um jogo de proporções entre a silhueta fluida e o exagero das mangas. O resultado é um visual elegante, com referências clássicas.
Joias e sapatos: acabamento sem excesso
Para finalizar, Amy escolheu brincos dourados de impacto e um anel de coquetel da David Webb, joalheria nova-iorquina conhecida por peças escultóricas e marcantes. Os sapatos foram scarpins pretos de bico fino, que mantiveram a paleta enxuta e deixaram o vestido em primeiro plano.
O styling é assinado por Petra Flannery, que também trabalha com as vencedoras do Oscar Emma Stone e Zoe Saldaña.
Uma turnê em preto e branco
A combinação não surgiu agora. Antes de Nova York, Amy esteve em Londres com o elenco na première do filme durante o London Film Festival. Lá, a paleta foi a mesma, em um vestido de ombros de fora da coleção de alta-costura outono 2026 de Georges Chakra.
Há ainda um ponto curioso de calendário: o vestido da Rosie Assoulin faz parte de um movimento maior. Amy se junta a nomes como Rosalía, Jessica Chastain e Esmé Creed-Miles, que têm recorrido a coleções de primavera para seus tapetes vermelhos e eventos de divulgação no outono do hemisfério norte.
“Klara and the Sun” é baseado no romance homônimo de Kazuo Ishiguro e acompanha Klara, uma menina robô vivida por Jenna Ortega, enviada para ajudar uma família de coração partido. A direção é de Taika Waititi, vencedor do Oscar, e o filme chega aos cinemas na sexta-feira. Até lá, a turnê de divulgação segue como vitrine de moda, e Amy Adams mostra que um conceito simples de cor, bem executado, pode render looks distintos a cada parada.





