Idea Brasil 2014 – Joia finalista na categoria Design de Joias

Quando crio uma Joia, não consigo imaginar a proporção do sucesso e prestígio que ela vai me proporcionar..

Além de superar a expectativa da “musa inspiradora” , muitas outras clientes também se encantaram e adquiriram este anel…

Esse dias a inscrevi em um dos concursos de Design de Joias de reconhecimento internacional.

HOJE ESTA JOIA É FINALISTA

Anel Arcos Notáveis – Ouro Branco e Ametista

A designer de Joias Ana Paula Cruz, criou esta joia, finalista do concurso de design Idea Brasil  2014

A designer de Joias Ana Paula Cruz, criou esta joia, finalista do concurso de design Idea Brasil 2014

A Joia em questão foi inspirada em uma cliente, com gosto requintado e exigente!

Está disponível para compras no site: www.casasaopaulojoias.com

Anel Arcos Notáveis - Ouro Branco 18k e Ametistas - Concurso Idea Brasil 2014

A "musa inspiradora"

A “musa inspiradora”

Sobre o Idea Brasil;

O Prêmio IDEA/Brasil é a edição nacional do maior prêmio de design dos Estados Unidos – o International Design Excellence Awards (IDEA) –, um dos mais respeitados do mundo que há mais de 30 anos premia empresas de todos os continentes, como Apple, Microsoft, HP e Philips.

A premiação chega a sua sétima edição em 2014, oferecendo benefícios como:

Amplo retorno de mídia;

Publicações exclusivas;

Participação no prêmio norte-americano;

Exposições no Brasil e no exterior;

Visibilidade nacional e internacional;

Impactos reais no faturamento da sua empresa;

Possibilidade de contatos com empresas do Brasil e exterior;

E muito mais!

É aberto à participação de profissionais de design, empresas de todos os portes, estudantes e instituições de ensino em 20 categorias, que englobam segmentos como Acessórios, Ambientes, Casa, Transporte, Embalagem, Estratégia de Design, Joias.

O IDEA/Brasil é sinônimo de prestígio ao produto, à Indústria e ao design nacional.

Butler & Wilson Lança Coleção Inspirada No Brasil

A marca inglesa Butler & Wilson criou uma coleção especial inspirada no Brasil e está sendo apresentada pela representante da label, Mônica Cardoso, à lojistas no último Salão Casa Moda, em São Paulo.

Essa coleção foi inspirada nas celebrações da Copa do Mundo de 2014, que vai ser sediada no Brasil. Simon Wilson colocou as cores e a bandeira nacional a alguns de seus designs clássicos de anéis, braceletes, broches, colares e brincos.

A coleção ficou maravilhosa!!!

Butler & Wilson 1 Butler & Wilson 2 Butler & Wilson 3

Nós amamos o resultado, e você?

Imagens via: Vogue.

Editora de conteúdo: Carla Cruz

Ara Vartanian Lança Linha De Anéis Para Ajudar A Childhood Brasil

Nesta segunda-feira, 4 de novembro, Ara Vartanian lançou uma linha de anéis em parceria com a Childhood Brasil. A parceria foi feita para ajudar a luta por uma infância livre de abusos e exploração. O joalheiro se inspirou no universo lúdico infantil, com modelos de falange e tradicionais, arco de espessura fina em ouro amarelo e no centro uma pipa cravejada de diamantes brancos ou negros. As joias podem ser encontradas nas lojas Ara Vartanian e 60% do valor das vendas será doado para ajudar na causa.

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Imagem via: Vogue.

Editora de conteúdo: Carla Cruz.

Conheça As Joias De Roberto Coin

O joalheiro italiano Roberto Coin vem produzindo belas joias desde a década de 1970, tornando-se independente em 1996. Desde então, Coin produz joias extremamente sofisticadas em uma variedade de temas. Cada item de Roberto Coin apresenta pelo menos um Rubi colocado no interior ou exterior que simboliza um marco e um símbolo de boa sorte.

Imagens via: Pinterest.

Editora de conteúdo: Carla Cruz.

H. Stern – Um Joalheria Que Brilha Verde e Amarelo

Entre as estrelas mundiais do mercado de joias, uma brilha verde e amarelo. Na mesma constelação da francesa Cartier, da italiana Bulgari e da americana Tiffany está a brasileira H. STERN. Joias com design exclusivo, que ficam marcadas para sempre. Esta é a filosofia da brasileiríssima joalheria, responsável por estabelecer uma nova escola de design de joias e por ter revolucionado o mercado mundial de pedras preciosas. Apesar de preservar o toque clássico, a H. STERN traz um toque inegável de modernidade no design. Resultado: anéis, brincos, braceletes, colares e relógios viraram objetos do desejo de famosas no mundo inteiro. Sharon Stone, Jennifer Lopez e Catherine Zeta-Jones estão entre suas clientes mais antigas.

O senhor Hans Stern nasceu em Essen na Alemanha, cego só começou a enxergar, com o olho direito, aos 2 anos de idade. Quando tinha 16 anos, fugiu da Alemanha nazista e veio para o Brasil. Aos 22 anos, trabalhava como datilógrafo em uma empresa de importação e exportação de minerais. Em uma viagem para Minas Gerais, ele conheceu as pedras brasileiras e, fascinado, as trouxe para a então capital e vendeu para os estrangeiros. Dali em diante, todos passaram a conhecer as Águas-marinhas, Turmalinas, Ametistas e Citrinos. Em seguida, no ano de 1945, o jovem empreendedor, após vender um acordeão Hohner por US$ 200, abriu a H. STERN em um pequeno sobrado na Rua Gonçalves Dias, em frente à tradicional Confeitaria Colombo. Inicialmente comprava e vendia apenas pedras preciosas. Enquanto a maioria dos joalheiros lapidava Rubis, Safiras e Esmeraldas, ele se aventurava pelos garimpos do sertão brasileiro viajando sobre lombo de burro em busca das Ametistas, Topázios, Turmalinas e Águas-marinhas nacionais.

Insatisfeito com o padrão de qualidade de lapidação e ourivesaria, Hans chamou artesãos europeus para trabalhar na sua empresa. Preocupado com a qualidade, criou, ainda em 1949, um Certificado de Garantia Internacional para atestar o valor de suas joias e que autorizava a troca do produto durante um ano, o que possibilitava a quem não se afeiçoasse ao presente recebido a possibilidade de trocar por outro. Pouco depois, ainda neste mesmo ano, a primeira loja foi erguida no porto carioca. Localizada onde atracavam navios vindos da Europa e dos Estados Unidos, geralmente cheios de turistas, foi estratégico e determinante para o sucesso inicial de sua empreitada. A jogada de marketing naquele tempo era mostrar aos turistas como as joias eram produzidas.

Logo depois inaugurou outra loja dentro do hotel Quitandinha em Petrópolis. Nos anos 50, a H. STERN lançou uma série de iniciativas pioneiras para atrair clientes estrangeiros que visitavam o Rio de Janeiro. Montou uma visita guiada pelas oficinas de ourivesaria de forma que os visitantes pudessem acompanhar todos os passos do delicado trabalho que envolvia a produção de uma joia. Em 1958, foi a primeira joalheria da América Latina a montar um laboratório gemológico para analisar pedras preciosas e metais nobres, e pesquisar novas matérias-primas. Por ali passam até hoje todas as pedras preciosas usadas pela empresa. Na década de 60, o design H. STERN já era referência, não somente no Brasil, como também no mundo. Reis e rainhas, artistas e um sem-número de celebridades visitavam a matriz da H. STERN, no Rio de Janeiro. Do pequeno escritório de exportação, Hans passou à produção de joias e lapidação de pedras. Em 1964, quando se preparava para ir à Europa expandir a empresa, a renomada revista americana Time publicou uma matéria em que ele aparecia como o rei das gemas de cor. Depois da revista americana, vieram muitas outras publicações: Financial Times, New York Times, The Wall Street Journal, Reader’s Digest, Elle, Marie Claire, Vogue e Harper’s Bazaar. O reconhecimento da mídia veio na proporção em que a H. STERN crescia e conquistava clientes famosos e poderosos.

Um dos passos mais importantes para a empresa ocorreu com a inauguração, em 1983, de sua sede mundial, localizada em Ipanema, no Rio de Janeiro. Foi o primeiro prédio no mundo construído para abrigar todos os setores do processo de fabricação de uma joia: oficinas de ourivesaria e lapidação, escritórios, loja, etc. Na ocasião, a bela atriz Brooke Shields foi convidada para a inauguração e participou de um desfile beneficente. Nada, porém, deu tanto prestígio à joalheria quanto o lançamento da coleção Catherine Deneuve, a inesquecível musa do filme “A Bela da Tarde”, nos anos 80. Joias com a personalidade da atriz e assinatura na forma de letras CD espalharam-se pelos pulsos e pescoços de clientes famosos no mundo. Foi a primeira joalheria brasileira a lançar joias inspiradas em grandes artistas.

Nas mãos do filho de Hans, Roberto Stern, a empresa passou por uma reestruturação interna na década de 90, profissionalizando processos. O produto começou a acompanhar de perto as tendências de comportamento de moda e consumo e foram criadas várias joias inspiradas em personalidades. Surgiram coleções como a da empresária de moda Costanza Pascolato (1997), do músico Carlinhos Brown (1999) e da dupla de designers de móveis Fernando e Humberto Campana (2001). Entre as pedras, a H. STERN criou lapidações de formato orgânico em pedras como o Cristal e o Citrino. Foi preciso reeducar os lapidários, acostumados a buscar a simetria na lapidação, para que fizessem cortes assimétricos, tal qual uma pedra bruta.

O ano de 2003 foi marcado por importantes acontecimentos para a empresa: participou pela primeira vez na feira de relógios e joias de Basel na Suíça, considerada a vitrine das principais grifes de luxo do mundo; e começou a trabalhar com uma rede de parceiros para representar a marca em países da Europa, Oriente Médio e Estados Unidos. A partir de então, a H. STERN passou a distribuir seus produtos através de sofisticadas lojas de departamento (como por exemplo, Harrod’s, Neiman Marcus e Selfridges) e outras joalherias, sempre com a utilização de corners e expositores com sua marca, para preservar a filosofia e imagem que construiu durante décadas. O auge do design de pedras aconteceu em 2004, quando, após três anos de intensas pesquisas e desenvolvimento, a H. STERN lançou o diamante Stern Star, de lapidação exclusiva, com formas orgânicas. Nos últimos anos a empresa também expandiu o negócio para além do segmento de joias, com a abertura de um SPA, um restaurante e uma loja de artigos de decoração. Ao longo de 60 anos, a H. STERN se consolidou como uma joalheria de enorme prestígio. Hoje, a marca é sinônimo de beleza e bom gosto no Rio de Janeiro, em São Paulo, Nova York, Paris, Frankfurt, Tel Aviv e em outras importantes cidades ao redor do mundo.

O design diferenciado da H. STERN foi fundamental para o reconhecimento da marca e seus produtos no mundo. Para isso, uma equipe de especialistas vindos do exterior ensinou os primeiros passos aos ourives e lapidários da empresa. Afinal, Hans sempre prezou muito pela manufatura. Uma pedra tem exigência de regularidade, simetria, proporções, dimensões, entre outros fatores. Então, ele trouxe lapidadores do exterior e formou uma escola aqui. Hoje em dia, a lapidação da H. STERN é uma das melhores do mundo. São 600 ourives que trabalham entre as oficinas do Rio de Janeiro e São Paulo. Não existe joalheria no mundo com isso. Na década de 90, o foco passou a ser ainda mais no design e a imagem e comunicação da marca são unificadas. Nesta época, opta-se também por ampliar o portfólio de produtos, inicialmente com o lançamento de uma coleção mundial com 16 tipos diferentes de joias. Cada linha contava com produtos que tinha em torno de 10 a 15 peças. Passou a ter as mesmas peças espalhadas por todas as filiais. Houve também uma padronização da arquitetura das lojas. Quem olhava pela vitrine já sabia que ali era H. STERN.

Os vendedores receberam o mesmo treinamento e os mesmos códigos de vestimenta (uniformes). Para a equipe de vendas, houve treinamentos específicos. Há uma universidade para os vendedores e um candidato passa de oito meses a um ano estudando. Eles fazem provas e tem que ter média de oito e meio, além de contarem com supervisão nos primeiros meses de venda. No quesito produto, a fabricação de peça pode levar até dois anos para ser finalizada e envolve até 1.500 funcionários. A ideia sai em conjunto. O departamento de marketing, de produto, de embalagem, de comunicação, de venda e de treinamento, todos faz parte do processo para vender este novo produto. Desde sua fundação a H. STERN, que já recebeu 23 prêmios pelo talento de seus designers e artesões, se transformou em uma das marcas de joias mais criativas do mundo, produzindo peças com design de vanguarda e sempre lançando novas técnicas de ourivesaria e lapidação.

Com mais de seis décadas de existência a marca é cravejada das melhores estratégias de marketing. Outra estratégia importante é a da comunicação. A joalheria foi a primeira a realizar desfiles no Brasil ainda em 1959. Hoje, eles fazem 300 desfiles intimistas por ano. A publicidade inicialmente foi vista nos catálogos e em ações de marketing direto. Mas o grande diferencial vem das lojas. A marca sempre usou o ponto de venda como forma de comunicar a marca. Desde o início, organiza visitas guiadas que mostram todo o processo de fabricação de uma peça, e que atraem atualmente mais de 10.000 visitantes. Na sede da empresa (um prédio de 17 andares com 14 mil metros quadrados), em Ipanema, Zona Sul do Rio de Janeiro, há ainda um museu com mais de mil pedras lapidadas e minerais da coleção de Hans Stern. Fazer uma boa relação pública também é parte importante desta estratégia. Regulamente a empresa recebe jornalistas de todas as partes do mundo e anualmente os leva para Minas Gerais, para dentro de uma mina. Com isso, celebridades mundiais são flagradas com as joias da grife em festas como a premiação do Oscar em 2001, quando a deslumbrante atriz Catherina Zeta Jones usou um colar em água-marinha e diamantes na noite de gala do evento. Um estudo encomendado pela própria empresa mostrou que se a grife tivesse que pagar pela publicidade gerada, a conta seria de US$ 10 milhões. Detalhe: o brinco (emprestado) valia US$ 160 mil. O mesmo aconteceu com Angelina Jolie ao usar um exemplar de US$ 10 milhões na premiação do Oscar em 2004. Recentemente, a bela Katie Holmes, em clima de praia e veraneio, estrelou como musa da campanha de Verão 2012 da joalheria, em fotos que exaltam o lado feminino, sensual e exuberante da atriz.

Além disso, nos últimos anos a H. STERN lançou diversas coleções inspiradas nas artes plásticas, na arquitetura, na música e na moda. Também criou campanhas e catálogos inovadores, conseguindo até espaço dentro de renomados museus e galerias de arte. Tanta exposição fez a H. STERN entrar no Guide de Luxe, o famoso guia das principais empresas de luxo do mundo. Outro objetivo da marca é a fidelização do cliente. Isto é feito tanto de forma corporativa, enviando cartões de aniversário, de Natal, dando facilidades, quanto no atendimento direto na loja, com o vendedor. Hoje em dia a marca está presente em editoriais de moda das mais conceituadas revistas internacionais e enfeita celebridades do mundo todo. Nada mais natural para uma joalheria que tem nome de estrela (Stern, em alemão).

Desde sua fundação até os dias de hoje, a H. STERN cresceu, se renovou e seu logotipo acompanhou esta evolução através dos anos. O atual logotipo foi desenvolvido no ano de 2002 pelo renomado designer inglês Neville Brody, que agregou modernidade, agilidade e dinâmica a marca. O logotipo de personalidade forte é simples, mas com um S arrojado, que simboliza também a silhueta feminina, um tributo à nova posição e conquistas das mulheres na sociedade atual.

“Ida e vindas no tempo são a alma da joalheria. Buscamos inspiração no passado, mas a interpretação tem que ser atual. Imaginamos o futuro, atendo-nos às técnicas de hoje. É uma questão de viajar no tempo, de quebrar barreiras, de buscar o novo, sem esquecer nossas raízes.”     -Roberto Stern

Imagens via: Cris Vallias, Decoração Para Casa, Gente, Brasil Mais, Machado Joalheiro, Casa de Sucesso.

Editora de conteúdo: Carla Cruz.

Vivara – Transformando Sonhos em Realidade

A Vivara foi uma das principais responsáveis por popularizar jóias no mercado brasileiro, sem, no entanto, deixar de lado o design inovador. Com um posicionamento de mercado “premium sem exageros”, oferece coleções simples e flexíveis que se tornaram inesquecíveis para comemorar aniversários, casamentos, nascimentos, bodas de prata ou um momento especial. Por tudo isso, a marca se tornou especialista em despertar emoções e transformar sonhos em realidade para muitos brasileiros.

Tudo começou quando a família romena Kaufman imigrou para o Brasil logo após o término da Segunda Guerra Mundial. Sem muito dinheiro, mas com grande experiência nos setores de joalherias, eles, habilidosos ourives, rapidamente começaram a trabalhar no segmento. Foi então que a família inaugurou a primeira loja Vivara em 1962, localizada na Rua 7 de abril, no centro de São Paulo. A pequena loja tinha o compromisso de oferecer peças criadas com o mesmo cuidado com que os antigos ourives faziam joias exclusivas e eternas. A história do pequeno negócio começou a mudar quando o jovem Nelson Kaufman, que cresceu vendo o pai debruçado sobre uma banca de madeira, mãos firmes, a encaixar brilhantes miúdos em delicadas peças de ouro, passou a administrar uma das duas lojas da família. Com peças leves, comércio de portas abertas e facilidades de pagamento, a Vivara ajudaria a popularizar o mercado joalheiro no Brasil.

Com espírito de inovação e a proposta de criar e comercializar joias com design moderno e detalhes diferenciados, a Vivara rapidamente passou a atender a uma consumidora exigente que procurava joias de qualidade para representar e destacar sua personalidade, mas com preços acessíveis. Mesmo mantendo o cuidado artesanal da ourivesaria, a marca não se intimidou em investir em tecnologia, inovação, atendimento e design, confiando sua produção aos mais capacitados profissionais do mercado. A primeira loja localizada dentro de um shopping center seria inaugurada em 1981. Uma década mais tarde já eram 10 lojas em funcionamento na capital paulista. Ao longo desses anos, a excelência da Vivara resultou no ingresso no mercado de relógios, onde a marca é reconhecida por trabalhar com marcas renomadas, como por exemplo, Tommy Hilfiger, Guess, Hugo Boss e Lacoste.

Em 1996, a rede iniciou um intenso processo de expansão, inaugurando também sua primeira unidade fora de São Paulo. A manufatura foi transferida em 1997 da Rua Xavier de Toledo, na capital, para Manaus, onde havia incentivos fiscais. A rede passou por outra fase de expansão acelerada, especialmente a partir de 2001, quando o ritmo de abertura de novas lojas chegou a uma média de seis por ano, respaldado por uma forte campanha de marketing e reposicionamento da marca. Dois anos depois, já com 47 lojas, a Vivara inaugurou no shopping Center Morumbi sua maior e mais luxuosa unidade. A marca também obteve sucesso com suas campanhas que utilizavam a fórmula “Jóias + Celebridades”. Passaram pelos anúncios da marca a modelo Shirley Mallmann, ao lado do ator Marcelo Antony, e a global Maria Fernanda Cândido.

Em 2007 a Vivara adotou um novo posicionamento próprio no segmento de joias, alinhando estratégia na ambientação de suas lojas, vitrines e produtos, além de uma infalível garota-propaganda: Gisele Bündchen. Em 2009, depois de Juliana Paes, foi a vez de Grazi Massafera estrelar as páginas do catálogo da nova coleção da marca. Mais recentemente a estrela Isabeli Fontana, juntamente com seus filhos, estrelou uma campanha publicitária da marca. Nos últimos anos a equipe de designers foi reforçada, e coleções exclusivas, com linhas confeccionadas a mão, recebem cada vez mais atenção. Os resultados já aparecem nas vitrines e no preço. Nos produtos dessa faixa, um colar Vivara chega a custar o nada popular valor de R$ 20 mil.

Em 2011 a marca lançou um de seus maiores sucessos: a linha Life by Vivara. Essa linha oferece mais de 250 tipos de berloques (pingentes) que traduzem o cotidiano, o amor, o trabalho, entre outros temas importantes para a vida de uma pessoa. Com isso, a Vivara introduziu no mercado um novo conceito de joia colecionável, permitindo ao consumidor montar sua pulseira ou colar ao poucos, com pingentes que significam algo, fazendo com que a joia se torne única. E as novidades não pararam por aí. Resolveu inovar lançou sua primeira coleção de óculos de sol, ingressando assim em um novo segmento. Em 2012, a Vivara lançou uma coleção de relógios com marca própria. Batizada de Urban Collection, a linha tem seis modelos unissex e dois femininos, sendo dois modelos com pulseiras de couro, mais clássicos, e seis modelos de aço, com estilo mais contemporâneo.

Atualmente, sem quebrar o vínculo com seus valores tradicionais, qualidade e atendimento, a Vivara se renova a cada coleção, reinventa-se através do tempo e das joias de design criativo. Um dos segredos do sucesso da marca está na mistura inusitada de requinte e simplicidade que fazem suas joias diferenciadas. Uma equipe exclusiva de talentosos designers busca tendências mundiais, pesquisa materiais, estuda e entende as peculiaridades do público brasileiro, criando as mais charmosas e sofisticadas coleções. Por isso, em toda a sua trajetória a Vivara vem recebendo reconhecimento por meio de premiações em diversos setores, desde a área de vendas, até tecnologia e arquitetura.

Imagens via: Vivara.

Editora de conteúdo: Carla Cruz.

Jack Vartanian e Pedro Lourenço Desenvolveram Juntos Uma Coleção de Joias Inéditas

O estilista Pedro Lourenço (filho dos grandes estilistas Glória Coelho e Reinaldo Lourenço) e o designer de joias Jack Vartanian fizeram uma parceria e desenvolveram uma coleção de joias inéditas. Pedro se inspirou na elegância de Diana Vreeland (foi um ícone da moda internacional, colunista e editora de duas maiores publicações editoriais do ramo, Vogue e Harper’s Bazaar, conhecida por sua criatividade e seu forte temperamento), resultando em uma coleção de joias harmônicas com movimento e design.

Utilizando pela primeira vez a prata, Jack Vartanian, por isso, teve um cuidado muito especial para que o processo joalheiro fosse preservado no momento da execução, trazendo, assim, a excelência da alta joalheria para as peças.

Depois de meses de estudos, tiveram como resultado uma coleção exclusiva composta por anel, brinco e três modelos de braceletes em Prata 950, feita com uma técnica evoluída da Vermeil – combinação de Prata de Lei, Ouro e outros materiais preciosos, desenvolvida no século 18 – garantindo durabilidade e brilho intenso.

Confira na nossa galeria o resultado dessa parceria:

Confira também o vídeo da campanha:

Uma combinação perfeita com os looks desfilados nas coleções Fall/Winter 2013 e Verão 2014.

Imagens via: Loja Online do Jack Vartanian, Harper’s Bazaar.

Editora de conteúdo: Carla Cruz.

Cartier – Uma Marca de Tradição

Desejadas alianças, cobiçados anéis e gargantilhas e relógios luxuosos fazem parte do universo sofisticado da marca mais tradicional no segmento da alta joalheria: a Cartier. Uma das mais antigas joalherias do mundo, sempre satisfazendo aos caprichos da realeza, das estrelas do cinema e dos abonados mortais, a Cartier goza de uma reputação invejável por produzir e criar apenas jóias, relógios e acessórios da mais alta qualidade. A marca, que segue fielmente a filosofia “Inovar sem perder a classe, transformar com bom gosto e ser a vanguarda da criação com a audácia da excelência”, é sinônimo de luxo desde que foi lançada.

A história da tradicional joalheria começou em 1847 quando Louis-François Cartier assumiu o controle da pequena oficina de jóias de seu mestre, Adolphe Picard, localizada no número 29 da Rue Montorgueil, rua mais cara e chique de Paris na época, e resolveu patentear sua própria marca, representada pelo famoso coração entre as iniciais L e C em um losango. Surgia a Mason Cartier, que cujo idealizador estava apenas iniciando um império e lançando uma das mais luxuosas grifes de relógios e jóias do mundo. Apenas quatro anos depois, Napoleão III subiu ao poder, e através da Condessa Nieuwerkerke, o jovem Cartier tornou-se fornecedor da Corte Real. Em 1853, implantou o atendimento personalizado e elitizado, abrindo suas portas para uma clientela privada e exclusiva. Pouco depois, em 1859, alugou uma sede no Boulevard des Italiens, cuja vizinhança era a mais sintonizada na moda em Paris. As jóias de Cartier eram caracterizadas por um toque leve, arejado, em contraste com os ornamentos formais e pesados do período. Nesta época, a Cartier encantou a imperatriz Eugénie que encomendou um serviço de chá em prata. Esse era o empurrãozinho que a marca precisava para ir cada vez mais longe e se tornar ainda mais conhecida.

Em 1872 seu filho, Alfred, ingressou como sócio no negócio e expandiu-o consideravelmente. Isto incluiu relógios, que Louis-Francois tinha apenas mostrado interesse. Seu outro filho, Louis, também entrou na sociedade em 1898, e a loja passou a se chamar Alfred Cartier & Fils. No ano seguinte a loja mudou de endereço indo para o número 13 na Rue de La Paix e transformou o bairro Vendôme no coração internacional da joalheira. A Cartier de Londres foi aberta em 1902 no número 4 da New Burlington Street, comandada por Pierre Cartier. Nesta época a grife recebeu um pedido de 27 tiaras para a cerimônia de coroação de Eduardo VII, o rei da Inglaterra, que declarou “Cartier, joalheiro dos reis, rei dos joalheiros”.

Dois anos mais tarde, o rei honrou a Cartier com o certificado de Fornecedor da Corte e a marca se impôs como a mais prestigiosa do mundo. Inovador, Louis Cartier assinou, ainda em 1904, o primeiro relógio de pulso com pulseira de couro do mundo, desenvolvido especialmente para seu grande amigo, o aviador brasileiro Santos Dumont, que reclamou do desconforto dos relógios de bolso durante seus vôos. Cartier assumiu o desafio, desenhando um relógio de pulso plano com um peculiar aro quadrado. Louis elevou a empresa a um alto nível de excelência, renascendo o estilo “Guirland” – ornamentos de diamante montados em platina. Em 1909, a transição do estilo Garland para as formas mais modernas caracterizou-se pela eliminação progressiva volutas para designers mais lineares, introduzindo formatos básicos de geometria como quadrados, círculos e conceitos opostos desses dois elementos dentro do design.

Em 1909, Pierre Cartier, abriu uma suntuosa loja em New York, localizada no número 712 da badalada 5ª Avenida. No ano seguinte a marca inaugurou lojas em Moscou e no Golfo Pérsico, iniciando assim uma forte expansão internacional, que culminou com a inauguração em 1935 de uma sofisticada boutique em Monte Carlo, seguida em 1938 por uma unidade em Cannes. Em 1942, Louis Cartier faleceu, e seus sucessores foram incapazes de continuar sem o seu gênio artístico. Como resultado, a empresa tornou-se financeira e artisticamente estagnada. No início dos anos 70, um grupo de investidores, liderados por Robert Hocq, comprou as três Maisons Cartier (Paris, Londres e Nova York) e assumiu o comando da grife. Neste momento, a Cartier passou de uma empresa familiar para uma multinacional e a marca ganhou um sopro de juventude e modernismo tendo Alain Perrin como seu principal executivo.

Em 1973, foi criado o conceito Les Must de Cartier (desenvolvimento de produtos como jóias, óculos e acessórios em couro mais acessíveis e modernos, mas com a tradição Cartier). Foi o momento da ampliação da oferta de produtos (artigos de couro, canetas e isqueiros) e, consequentemente de clientes, sempre abonados e dispostos a ostentar o luxo que a marca tinha a oferecer. Em 1978 todo grupo foi unificado em uma única empresa chamada Cartier Monde. A marca francesa continuou a desenvolver-se sem perder seu refinamento e tradição. Surge então uma aclamada linha de perfumes, novos modelos de relógios, artefatos em couro, além da “Colection Ancienne Cartier”, a qual reúne peças para mostrar a evolução histórica e artística da joalheria. Mais tarde tal coleção passou a se chamar “Cartier Collection”.

Nos anos seguintes a marca inaugurou inúmeras lojas em cidades cosmopolitas. Entre as inaugurações de butiques pelo mundo, um dos destaques foi a instalação, em 2003, na chique Avenue des Champs Elysées, número 154. Um novo cenário para o espírito Cartier, marca responsável por descobrir que a platina é mais duradoura que o ouro branco e desenvolver o diamante em forma de baguete (retangular).

Imagens via: Vogue, Pinterest, Mundo das Marcas, Closet 180.

Editora de conteúdo: Carla Cruz.

Van Cleef & Arpels – A Evolução do Universo Joalheiro

A marca Van Cleef & Arpels faz parte da história da evolução do universo joalheiro, com suas contribuições para o desenvolvimento estético e técnico da joalheria.

Estelle Arples e Alfred Van Cleef se casaram em 1896. Ela, filha de comerciante de gemas e irmã de dois peritos em gemologia. Ele, filho de joalheiro holandês. A marca iniciou suas atividades em 1906, quando Alfred Van Cleef e Charles Arpels, seu cunhado, resolveram abrir um negócio no ramo de joias e gemas, registrado como marca Van Cleef & Arpels e estabelecido no número 22 da Place Vendôme, em Paris. Rapidamente tornou-se uma das primeiras maisons de luxo na França.

Em 1926, o designer René Sim Lacaze e o filho de Estelle e Alfred, Reneé Puissant, começaram a colaborar com o design da marca. As próximas duas décadas foram marcadas pela excelência da qualidade e criatividade.

Em 1939 abriram a primeira loja no número 744 da Fifht Avenue, em Nova York, sendo uma das primeiras firmas europeias a se estabelecer no chamado “novo mundo”.

Nos anos 20, a marca já se preocupava em acompanhar as tendências da moda, adicionando colares compridos e brincos balançantes para atender ao estilo da época. A empresa rapidamente se adaptou às modificações e necessidades da moda dos anos seguintes. A Van Cleef & Arpels interpreta a natureza fazendo com que a beleza, a força vital e fragilidade coexistam em suas peças.

Nos anos 60, criaram a multicolorida coleção Alhambra que reflete perfeitamente a cultura pop do período, relançada em 2001.

O Musée de La Mode ET Du Costume, em Paris, organizou em 1992, uma retrospectiva da joalheria. Em sua lista de encomendas constam nomes célebres e a criação de joias raras e exclusivas: presentes de aniversário que o príncipe de Gales oferecia a Wallis Simpson ou o conjunto de joias usados no casamento da princesa do Egito Fawzia com o Xá do Irã em 1938. A marca se tornou a fornecedora oficial de joias para o Principado de Mônaco, inclusive desenvolvendo as peças exclusivas para o casamento da Princesa Grace Kelly em 1956.

Em 1967, Van Cleef & Arpels criou e confeccionou a coroa e conjunto de joias para a coleção de Farah Palhavi, do Irã e, deste modo, assinou uma de suas mais emblemáticas coleções. As pedras usadas nas peças não podiam sair do interior da sala do tesouro de Teerã, o que levou Pierre Arpels a fazer 24 longas viagens até o local para finalizar a peça.

Em 1999, a marca foi comprada pelo conglomerado de luxo Compagnie Financiére Richemont e, mesmo com as crises econômicas, vem seguindo a tradição de abrir lojas mesmo nesses momentos difíceis, assim como fez quando eclodiu a Segunda Guerra Mundial e abriu sua primeira filial em Nova York.

Entre numerosas inovações de Van Cleef & Arpels, a de maior relevância continua sendo o Mystery Setting. Foi patenteada em 1933. A técnica consiste em colocar as pedras em um trilho com o formato de T feito de ouro, que é mais maleável que a platina. É realizado por especialistas em cravação e lapidação trabalhando juntos, não só para garantir que as pedras tenham a mesma cor, como também que a lapidação esteja perfeita para encaixar os trilho.

Desde 2000 vem fazendo parte de importantes desfiles de estilista e designer de moda. Hoje, no mesmo prédio no número 22 da Place Vendôme, em Paris, a Van Cleef & Arples inova mais uma vez lançando uma escola. O aluno tem módulos, a oportunidade de conhecer a história, os métodos de criação e, por último, suas oficinas.

Imagens via: Animale, Blogazine, Info Joia, Ana Passos, Design Maria Dolores.

Editora de conteúdo: Carla Cruz.

Chaumet – Joias Luxuosas e com Design Exclusivo

A Chaumet é uma joalheria francesa fundada em 1780 por Marie-Etienne Nitot, que antes era um funcionário de Maria Antonieta. Pouco mais de duas décadas depois de sua inauguração, Nitot já havia se tornado o joalheiro oficial de Napoleão, que ostentava peças exuberantes como forma de exibir seu poder.

Durante quase um século, a Chaumet foi a joalheria de elite e da realeza francesa. Em 1848, a marca conquista uma nova clientela, não menos influente e poderosa: a realeza inglesa.

Ao longo do tempo, a Chaumet passou pelas mãos de várias gerações de talentos, que mantiveram o requinte e o renome da marca por meio de criações belíssimas.

As peças não eram apenas vistosas, mas tinham todo um significado e valor emocional por trás de suas retóricas criações. Chaumet afirma-se como o joalheiro que celebra os sentimentos, que celebra o amor. A joia de sentimento, que pretende encantar, de marcar e selar momentos, é fio condutor de suas coleções: Liens, o símbolo da união, de laços filiais ou amorosos; Attrape-moi…si tu m’aimes, a encarnação do jogo de sedução; Le Grand Frisson, a expressão abstrata do amor à primeira vista, um fogo de artifício de pedras preciosas; Joséphine, o símbolo do poder dos sentimentos, do amor coroado.

Mesmo passando por problemas financeiros na década de 1980, a Chaumet não perdeu seu nome e tradição conquistados em mais de dois séculos de existência.

Em 1999, a marca foi incorporada à maior holding fashion atual, o grupo Louis Vuitton Moët Hennessy (LVMH).

Toda sua história está concentrada na House of Chaumet, em Paris, que pertence à marca desde 1907. Lá, reis e rainhas de diferentes épocas se reúnem para contar a história da maior joalheria francesa de todos os tempos.

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Imagens via: Pinterest.

Editora de conteúdo: Carla Cruz.

Jack Vartanian e suas joias

Jack Vartanian, armênio naturalizado brasileiro, cresceu entre as melhores pedras e diamantes. Desde de criança, ganhou conhecimento com seus pais joalheiros, abrindo sua própria loja em 1999, tendo como principal característica a produção de joias sofisticadas e inovadoras.
Sua peças associam design exclusivo, sofisticação e contemporaneidade a uma produção impecável, com preocupação em cada detalhe no acabamento.
Com grande sucesso fora do Brasil, Vartanian tem suas peças vendidas na rede de lojas Barneys, com filiais em Nova York, Chicago e Los Angeles.
No Brasil, suas peças podem ser encontradas em corners tanto na NK Store quanto na loja Villa Daslu, tendo também sua loja própria no Shopping Iguatemi em São Paulo.
Bem relacionado e criativo, Jack Vartanian tem a arte da joalheria em sua história. Com os negócios em expansão, o talento do designer pode ser conferido adornando elegantes personalidades, nos mais badalados pontos e festas do País e do exterior.

IMG_1454[1] IMG_1453[1]AlgemaAs algemas são os maiores sucesso do designer. Demi Moore usou o colar de algemas no filme “LOL – Laughing Out Loud”.

IMG_1451[1] IMG_1450[1]Júlia Petit, visitou a Villa Daslu e selecionou seus modelos preferidos.

Imagens via: Petiscos, Pinterest.

Editora de conteúdo: Carla Cruz

Tiffany Atlas

Ontem, 10 de setembro, a Tiffany & Co realizou um evento para o lançamento da nova coleção Atlas, em Nova York.

O que diferencia a coleção Atlas são os números romanos, que fazem uma homenagem ao tempo.

A coleção ficou linda e super delicada!

IMG_1138[1]IMG_1137[1] IMG_1139[1] 111Tem até acessórios para casa, como esse cooler de por gelo

Imagens via: Tiffany & Co, Instagram.

Editora de conteúdo: Carla Cruz

Joias masculinas – Guerreiro

Algumas dicas de joias masculina da Guerreiro para quem quer presentear um amigo, parente, namorado…

São joias de prata e super descoladas!

IMG_1029[1]Designer José Carlos Guerreiro

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IMG_1035[1]Esse é um dos colares mais desejado da sua marca: o colar Cristo.

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Tudo de bom, não?

Imagens via: Ne10, Passion 4 Luxury, Julia Petit, Farfetch, Al Joias  Limeira.

Editora de conteúdo: Carla Cruz

Tiffany & Co – A marca desejo

A história da Tiffany  & Co. teve início em 1837, quando Charles Lewis Tiffany e John B. Young, fundaram a Tiffany & Young na cidade de Nova York, com apenas US$ 1 mil para investir em um bom negócio. Tinham como objetivo estabelecer um comércio de artigos de luxo e papelaria para casa e escritório. Uma das novidades da loja era a etiqueta com preço não negociável, uma política revolucionária para a época.

A caixinha azul foi adotada em 1837, conhecida também como Blue Box, e acabou virando marca registrada da empresa. A cor azul foi registrada como marca, sendo utilizada em suas sacolas, embalagens e material promocional. No decorrer do tempo, a cor se tornou parte da identificação da marca, sendo reconhecida a muitos metro de distância. O primeiro catálogo da loja foi lançado em 1845, o famoso The Blue Book.

Com o decorrer do tempo, a loja foi crescendo e começou a fazer parte dos momentos mais celebrados na vida de seus clientes. Pratarias, presentes de aniversários, anéis de noivado, listas de casamento. O que até então teria começado como um pequeno empório de artigos de luxo e papelaria, começava a se tornar um ícone de diversidade, status e bom gosto. Foi a partir de 1853 que Charles Tiffany assumiu controle total do negócio e mudou o nome da loja para Tiffany & Co.

A partir de 1850, a marca começou a ganhar reconhecimento internacional pelos seus artigos de luxo. Nos anos de 1855 e 1867, a Imperatriz Eugênia, da França, considerada exemplo de elegância para a época, presidiu as duas primeiras exposições de jóias em Paris. Tiffany foi a primeira empresa americana a ganhar o Prêmio de “Qualidade em Prata”, fato inédito para as casas americanas de design até então, o que a colocou em condições de igualdade com as tradicionais de igualde com as tradicionais joalherias europeias.

Louis Comfort Tiffany, filho de Charles, estabeleceu em 1902 o departamento de design e manufatura de joias conhecido como Tiffany Art Jewerly. Foi reservado um andar todo dedicado à exibição das criações dos Tiffany Studios, onde funcionava uma espécie de laboratório de criação para o jovem designer. Louis ficou conhecido por suas peças coloridas e esmaltadas, esculpidas em forma orgânica. Eram inpiradas na fauna e na flora americana, lembrando o Art Nouveau. Joias e objetos de design como as famosas Tiffany Lamps iriam se tornar peças de colecionadores, presença garantida nos acervos dos grandes museus do mundo.

Foi em 2001 que a empresa chegou ao Brasil, com a inauguração de uma loja no shopping Iguatemi. Em pouco tempo de atividade, a Tiffany paulistana entrou para o roteiro dos objetos de desejo na cidade. Em outubro de 2003, mais uma loja foi aberta na cidade, na rua Haddock Lobo. As duas lojas em São Paulo são os únicos pontos de venda da marca na América do Sul.

Hoje o diretor da marca é John Loring, também autor de mais de dez livros sobre a empresa, explica que a proposta da Tiffany até hoje é a mesma, ou seja, desenhar peças que se perpetuam. Segundo ele, o ponto de partida para o estilo Tiffany são as ideias simples mostradas de uma maneira totalmente inesperada. Além das joias, a companhia vende: relógios, artigos de prata, cristal, vidro e porcelana, talheres diversos, materiais gravados e acessórios de moda.

Hoje a Tiffany & Co é a terceira maior joalheria do mundo, possui uma ampla linha de produtos vendidos em suas 170 lojas espalhadas pelo mundo, Cerca de 83% do faturamento provém da venda de joias.

Os anéis de noivado são um dos pontos mais forte da marca.

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Outros produtos da marca.
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“Nada de ruim pode acontecer a você na Tiffany” Audrey Hepburn, no filme “Breakfast at Tiffany’s”

Editora de conteúdo: Carla Cruz

Onde comprar meu anel de noivado e aliança de casamento?

 

A Casa São Paulo Joalheria oferece com exclusividade, Joias especialmente desenvolvidas, acompanhando as tendências mundiais e as maiores novidades em produtos.

Em 2013, lançou Joias Especiais, dedicadas às Noivas, Madrinhas, Debutantes, Formaturas e momentos de Celebrar… e promete ter as melhores Joias da Estação!!

ALIANCA BRI ALIANÇA FIT TOP BRI  6.490,00 ALIANÇA SLIM BRI-DUO 1.290,00 OFERTA (2) ALIANÇAS LAYOUT1 JPGALIANÇA CONFORT MAXI BRI OURO ROSÉ 7.850,00 (1) png ALIANÇA CONFORT MAXI BRI OURO BRANCO 7.850,00 (5) ALIANÇA CONFORT MAXI BRI OURO AMARELO 7.850,00ALIANÇA M CANDIDA PNG

Acesse:  http://www.casasaopaulojoias.com/ 

Boa Sorte!!!

Tiffany & Co.

A famosa Joalheria Tiffany & Co. , lançou uma coleção de jóias Maravilhosa, em homenagem ao seu 175º aniversário.

Surgiu uma novidade que são peças com metal rosa, muito semelhante ao ouro rosa.  Rubedo, que é feita a partir de uma mistura de metais com cobre sendo a liga predominante, tem uma aparência semelhante ao ouro rosa, mas é mais leve em peso, bem como na carteira. A estréia coleção em março, para marcar o aniversário da empresa de jóias de 175 e tem preço de US $ 200 para US $ 8.000 e faz parte da marca Tiffany 1837 coleção, ou seja, estilos de assinatura como o pingente círculos interligados e manguito declaração de largura são feitas no material Rubedo. Um número limitado de peças Rubedo será inscrito com a assinatura fundador da empresa, Charles Lewis Tiffany e disponível apenas em 2012.

Para conferir a coleção inteirinha, acesse: Tiffany & Co.

A Coleção é um “escândalo” de linda!! Vale a pena conferir!!!

 

Fotos: http://fromme-toyou.tumblr.com